Esta postagem disponibiliza o EXAME RESOLVIDO de Português II (2024), com exames resolvidos apresentados de forma clara, fiel ao enunciado oficial e com explicações pedagógicas para cada questão. O conteúdo foi organizado para apoiar candidatos que se preparam para os exames de admissão, permitindo compreender não apenas a resposta correcta, mas também o raciocínio exigido em cada pergunta. Para ver o enunciado original, Clique Aqui e acompanhe a resolução passo a passo.
Importa salientar que este exame resolvido não se aplica apenas à Universidade Pedagógica (UP). Provas com estrutura e conteúdos semelhantes são igualmente utilizadas por outras instituições de ensino superior em Moçambique, nomeadamente a Universidade Rovuma, a Universidade Púnguè e a Universidade Licungo. Assim, este material constitui um recurso valioso para a preparação abrangente dos candidatos, reforçando competências linguísticas, interpretação textual e domínio da gramática exigida nos exames de acesso ao ensino superior.
A. em Angola, no século XVI.
B. nas fazendas de café, nas roças ou nas casas dos senhores.
C. na época da escravatura no Brasil, no século XVI. ☑
D. nas viagens de escravos de África para o Brasil.
Porque: O texto afirma claramente: “A origem remonta à época da escravatura no Brasil, século XVI.” Portanto, a alternativa C reproduz fielmente a informação apresentada no texto, enquanto as outras opções apenas mencionam contextos relacionados, mas não a origem directa.
A. passar o longo tempo durante as viagens de África para o Brasil.
B. fugir ao tédio das longas horas de permanência na casa dos senhores.
C. defesa face aos maus tractos dos senhores. ☑
D. preparar uma revolta contra os colonos.
Porque: O texto refere que os escravos sentiram necessidade de “desenvolverem formas de protecção contra a violência e repressão”, o que indica claramente que a capoeira surgiu como um meio de defesa.
A. ser uma manifestação de origem africana.
B. as suas músicas conterem letras agressivas.
C. temerem a revolução dos escravos.
D. se tratar de uma arte marcial. ☑
Porque: No texto lê-se que “Os donos proibiam qualquer que fosse o tipo de arte marcial praticada”. Logo, a proibição ocorria pelo facto de a capoeira ser uma arte marcial.
A. manter o seu valor pejorativo aos senhores.
B. ter perdido os seus valores africanos.
C. ser vista como um perigo para a sociedade. ☑
D. ser praticada por ex-escravos, apenas.
Porque: O texto afirma que a capoeira “era vista como uma prática violenta e subversiva”, ou seja, considerada perigosa para a ordem social, o que corresponde à alternativa C.
A. recuperar os valores que se estavam a perder.
B. homenagear Mestre Bimba que elevou a arte.
C. valorizar uma manifestação da cultura popular brasileira. ☑
D. acabar com os conflitos entre os ex-escravos e os patrões.
Porque: A oficialização permitiu que a capoeira fosse reconhecida e praticada livremente, valorizando-a como expressão cultural nacional, conforme indica o texto ao referir que conquistou “todas as classes da sociedade”.
A. repressar
B. repreender
C. reprimir ☑
D. repreensar
Porque: O substantivo repressão deriva do verbo reprimir, que significa conter, impedir pela força. As outras opções não correspondem correctamente à formação lexical.
A. dor de cotovelo
B. um bicho na barriga
C. de fugir a sete pés
D. a barriga a dar horas ☑
Porque: A barriga a dar horas é uma expressão idiomática usada para indicar fome. As outras expressões têm significados diferentes (ciúmes, medo ou fuga).
A. perdi a carteira
B. perdi a cabeça ☑
C. encontrei a carteira
D. pensei melhor
Porque: Perder a cabeça significa agir por impulso, o que justifica a compra do casaco mesmo sem muito dinheiro.
A. concerto ☑
B. conserto
C. arranjo
D. avião
Porque: Concerto refere-se a um espectáculo musical, contexto coerente com a necessidade de comprar bilhetes. Conserto significa reparação.
A. ficar de
B. ficar para ☑
C. ficar por
D. ficar em
Porque: A expressão correcta é ficar para amanhã, indicando adiamento. As restantes opções não são adequadas ao uso idiomático da língua.
A. descrição ☑
B. discrição
C. inscrição
D. retirada
Porque: Descrição significa apresentação ou explicação das características de algo. As outras opções não se adequam ao contexto da frase.
A. migração
B. emigração ☑
C. imigração
D. desmigração
Porque: Emigração refere-se à saída de pessoas de um país. Como a frase fala de pessoas que saem de Moçambique, esta é a opção correcta.
A. Ele disse que a capoeira é uma manifestação cultural brasileira que misturou…
B. Ele disse que a capoeira foi uma manifestação cultural brasileira que mistura…
C. Ele disse que a capoeira era uma manifestação cultural brasileira que misturava… ☑
D. Ele disse que a capoeira é uma manifestação cultural brasileira que mistura …
Porque: No discurso indirecto, ocorre a concordância dos tempos verbais (presente → pretérito imperfeito). Assim, é passa para era e mistura para misturava.
A. Ele contou que, ao chegarem ao Brasil, estes escravos africanos se aperceberam da necessidade de…
B. Ele contou que, ao chegarem ao Brasil, aqueles escravos africanos tinham-se apercebido da necessidade de…
C. Ele contou que, ao chegarem ao Brasil, aqueles escravos africanos se tinham apercebido da necessidade de… ☑
D. Ele contou que, ao chegarem ao Brasil, esses escravos africanos aperceberam-se da necessidade de…
Porque: No discurso indirecto, há recuo temporal (aperceberam-se → tinham-se apercebido) e adequação dos demonstrativos (estes → aqueles).
A. Disse desculpa, mas não pude terminar o trabalho a tempo. Disse que fará de tudo para entregá-lo até ao dia seguinte, de manhã.
B. Disse desculpa, mas não tinha terminado o trabalho a tempo. Vai fazer de tudo para entregar até amanhã de manhã.
C. Pediu desculpas por não ter podido terminar o trabalho a tempo. Prometeu que faria de tudo para o entregar até ao dia seguinte, de manhã. ☑
D. Pediu desculpas porque não terminou o trabalho a tempo. Disse que ia fazer de tudo para entregá-lo até amanhã de manhã.
Há correcta transformação do discurso directo em indirecto: mudança de tempos verbais, pronomes e advérbios de tempo (amanhã → dia seguinte).
A. Viam a capoeira como uma prática violenta e subversiva. ☑
B. Via-se a capoeira como uma prática violenta e subversiva.
C. Ele disse que a capoeira era vista como uma prática violenta e subversiva.
D. Foi vista a capoeira como uma prática violenta e subversiva.
Porque: Na voz activa, o sujeito pratica a acção. Viam a capoeira corresponde correctamente à transformação da voz passiva para activa.
A. Um grupo de capoeira apresentou-se oficialmente…
B. Um grupo de capoeira foi convidado para se apresentar… ☑
C. Alguém convidou um grupo de capoeira para…
D. Ele explicou que convidou um grupo de capoeira para…
Porque: A forma passiva exige o verbo ser + particípio passado. Foi convidado é a construção correcta.
A. Oração coordenada copulativa.
B. Oração coordenada explicativa.
C. Oração subordinada integrante.
D. Oração subordinada relativa. ☑
Porque: A oração iniciada por que caracteriza o nome anterior (expressão cultural), logo trata-se de uma oração subordinada relativa.
A. Oração coordenada temporal.
B. Oração subordinada adverbial infinitiva temporal. ☑
C. Oração subordinada adverbial de lugar.
D. Oração subordinada adverbial de modo.
Porque: A expressão ao chegarem indica tempo e está no infinitivo, caracterizando uma oração subordinada adverbial infinitiva temporal.
A. Oração subordinada adversativa.
B. Oração coordenada explicativa.
C. Oração coordenada adversativa. ☑
D. Oração subordinada explicativa.
Porque: A conjunção mas introduz uma ideia de oposição, caracterizando uma oração coordenada adversativa.
A. a coordenação disjuntiva.
B. a coordenação explicativa.
C. a coordenação copulativa. ☑
D. a subordinação copulativa.
Porque: A estrutura correlativa não só… como também (mesmo com também omitido) indica adição de ideias, caracterizando coordenação copulativa.
A. pronome relativo
B. conjunção integrante ☑
C. conjunção subordinada consecutiva
D. advérbio
Porque: A palavra que introduz uma oração subordinada substantiva integrante, funcionando como conjunção integrante.
A. Sujeito – Aposto – Complemento Directo
B. Sujeito – Complemento Directo – Predicativo do Sujeito ☑
C. Sujeito – Predicativo do Sujeito – Complemento Directo
D. Sujeito – Complemento Directo – Complemento Directo
Porque: Os colonizadores é o sujeito; a prática de qualquer arte marcial é complemento directo do verbo proibiam; persistentes funciona como predicativo do sujeito (os escravos).
A. Aposto – Sujeito – Complemento Directo ☑
B. Sujeito – Sujeito – Complemento Indirecto
C. Atributo – Sujeito – Complemento Directo
D. Aposto – Complemento Directo – Complemento Indirecto
Porque: Os colonizadores explica os donos das terras, funcionando como aposto; os colonizadores é o sujeito; a prática de artes marciais é complemento directo.
A. Aguda – Grave – Esdrúxula
B. Grave – Aguda – Esdrúxula
C. Esdrúxula – Grave – Aguda ☑
D. Esdrúxula – Aguda – Aguda
Porque: música é esdrúxula; cultural é grave (paroxítona); escravos é aguda, pois a sílaba tónica é a última.
A. Getúlio Vargas o então presidente, gostou imenso da capoeira que a transformou em desporto nacional brasileiro. A capoeira é, sem dúvida uma das manifestações artísticas mais interessante.
B. Getúlio Vargas, o então presidente, gostou imenso da capoeira que a transformou em desporto nacional brasileiro. A capoeira é, sem dúvida, uma das manifestações artísticas mais interessante. ☑
C. Getúlio Vargas, o então presidente gostou imenso da capoeira que a transformou em desporto nacional brasileiro. A capoeira, é sem dúvida, uma das manifestações artísticas mais interessante.
D. Getúlio Vargas, o então presidente, gostou, imenso da capoeira que a transformou em desporto nacional brasileiro. A capoeira é, sem dúvida uma das manifestações artísticas, mais interessante.
Porque: A opção B apresenta o uso correcto das vírgulas em aposto (o então presidente) e nas expressões explicativas (sem dúvida).
A. Em fim
B. Enfim ☑
C. No fim
D. Para fim
Porque: Enfim é um advérbio usado para concluir ou resumir uma ideia. As outras expressões não se adequam ao contexto.
A. Porquanto
B. Por quanto
C. Demais
D. Quanto ☑
Porque: Quanto é pronome interrogativo usado para perguntar sobre quantidade ou valor, adequado ao contexto da frase.
A. por quanto
B. demais ☑
C. de mais
D. em fim
Porque: Demais significa excessivo. A expressão nada demais é correcta e frequente na língua portuguesa.
A. por fim ☑
B. em fim
C. enfim
D. de fim
Porque: A expressão correcta é por fim, indicando término. As outras opções não correspondem ao uso correcto da locução.
A. Porque
B. Porquê
C. Por que ☑
D. Por quê
Porque: Por que (separado e sem acento) é usado em perguntas directas antes de um substantivo (razão). As outras formas não se adequam à estrutura da frase.
A. mão ☑
B. perna
C. orelha
D. vassoura
Porque: A expressão idiomática correcta é fazer algo com uma mão às costas, que significa fazer algo com facilidade.
A. perna
B. costas
C. mão ☑
D. cabeça
Porque: Ter mão em alguém significa ter controlo ou autoridade. As outras opções não formam expressão idiomática adequada.
A. cotovelo
B. pé
C. perna
D. orelha ☑
Porque: Ficar de orelha atrás significa desconfiar. É uma expressão idiomática consagrada na língua portuguesa.
A. testa
B. boca
C. garganta ☑
D. orelha
Porque: Ficar com um nó na garganta é uma expressão idiomática usada para indicar emoção intensa.
A. testa
B. cabeça ☑
C. barriga
D. mão
Porque: A expressão correcta é cabeça fria, significando agir com calma e racionalidade.
A. Orlando Mendes
B. Cri Essência
C. Luandino Vieira ☑
D. Eduardo White
Porque: Luandino Vieira é escritor angolano. Os demais autores pertencem à literatura moçambicana.
A. Ungulani Baka Khosa
B. Mia Couto
C. Lília Momplé ☑
D. Juvenal Bucuane
Porque: A obra Ninguém matou Suhura pertence à escritora moçambicana Lília Momplé.
A. José Craveirinha
B. Ungulani Baka Khosa
C. Paulina Chiziane
D. Mia Couto ☑
Porque: O último voo de flamingo é uma obra do escritor moçambicano Mia Couto, amplamente estudada nos exames de admissão.
A. um poema épico
B. uma obra de poesia ☑
C. um romance
D. uma colectânea de contos
Porque: Xigubo é uma obra poética de José Craveirinha, marcada pela exaltação da identidade africana e da resistência cultural.
A. Mia Couto
B. Rui de Noronha
C. Luís Bernardo Honwana ☑
D. Pepetela
Porque: A obra Nós matámos o cão-tinhoso pertence a Luís Bernardo Honwana, sendo um marco da literatura moçambicana de denúncia social.
A. Balada de amor ao vento
B. O sétimo juramento
C. Xefina
D. Em busca do mar certo ☑
Porque: A obra Em busca do mar certo é da autoria de Juvenal Bucuane. As restantes obras pertencem a outros autores moçambicanos.
A. Emotiva e expressiva
B. Poética ☑
C. Metalinguística
D. Denotativa
Porque: A frase apresenta linguagem figurada e preocupação estética, características da função poética da linguagem.
Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
A. Apóstrofe
B. Antítese ☑
C. Crase
D. Ironia
Porque: Os versos apresentam ideias opostas (arde / sem se ver, dói / não se sente), caracterizando a antítese como figura de estilo predominante.
A. AABB
B. ABAB
C. ABCD
D. ABBA ☑
Porque: As rimas seguem o padrão: ver (A) – sente (B) – descontente (B) – doer (A), configurando o esquema ABBA.
Teste o seu conhecimento sobre o Exame de admissão de UP – Português II (2024)
Correcção do Exame de Admissão de Filosofia – UP (2024)
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