Confira a Correcção Completa do Exame de Português II – UP (2025), com todas as questões resolvidas, alternativas oficiais e explicações detalhadas para cada resposta. Este conteúdo foi elaborado para ajudar candidatos que se preparam para exames de admissão ao ensino superior em Moçambique, reforçando a interpretação de textos, gramática, análise linguística e compreensão textual exigidas nas provas. A correcção segue rigorosamente o enunciado original, apresentando explicações claras e contextualizadas.
Embora este exame seja aplicado pela Universidade Pedagógica (UP), o material também é útil para candidatos que prestam exames semelhantes em outras instituições como a, Universidade Licungo (UniLicungo), Universidade Rovuma (UniRovuma) e Universidade Púnguè (UniPúnguè), pois todas utilizam formatos e conteúdos comparáveis nas suas provas de admissão.
A correcção do Exame de Português II – UP (2025) é uma ferramenta essencial para estudantes que querem avaliar o seu nível de preparação, treinar com questões reais e aumentar as hipóteses de sucesso no acesso à universidade.
A. As práticas e costumes de vida dos povos, no mundo.
B. Os efeitos da diversidade cultural.
C. A definição de cultura e seus resultados.
D. A dimensão antropológica da diversidade cultural. ✅
Explicação: O texto centra-se na diversidade cultural enquanto fenómeno humano amplo, analisando costumes, valores, identidade, convivência social e cidadania global. Não se limita a definir cultura nem apenas aos seus efeitos, mas aborda a diversidade cultural numa perspectiva antropológica e sociológica. Assim, a alternativa D sintetiza melhor o tema global do texto.
A. A cultura é todo o modo de vida, quanto à produção artística de um povo.
B. A cultura é o comportamento de um povo.
C. A cultura é a tradição e a religião de um povo.
D. A cultura é o modo de fazer coisas, assumido por um povo. ✅
Explicação: A frase apresentada define cultura como um conjunto amplo de práticas, modos de viver e agir em sociedade. Não se restringe à arte, religião ou comportamento isolado, mas engloba o modo de fazer e viver de um povo. Por isso, a alternativa D corresponde fielmente à definição expressa no texto.
A. A diversidade cultural separa os povos.
B. A diversidade cultural distingue os povos.
C. A diversidade cultural é necessária e importante para o desenvolvimento social dos povos. ✅
D. A diversidade cultural gera conflitos sociais no mundo.
Explicação: O enunciado afirma que a diversidade cultural não conduz necessariamente ao conflito, mas sim ao alargamento de perspectivas. Isso implica crescimento, aprendizagem e desenvolvimento social. Logo, a alternativa C interpreta correctamente o sentido positivo atribuído à diversidade cultural no texto.
A. Diferenciação de tratamento entre povos com culturas diversas.
B. Superação de preconceitos.
C. Consciencialização e conhecimento da cultura do outro. ✅
D. Anulação de estereótipos que distinguem os povos.
Explicação: O texto enfatiza que o conhecimento e a compreensão da cultura do outro são fundamentais para combater a discriminação. A consciencialização permite transformar diferenças em mecanismos de inclusão. Assim, a alternativa C traduz exactamente a ideia defendida pelo autor.
A. Incentiva a supremacia de culturas seculares.
B. Promove a tolerância e compreensão entre os povos. ✅
C. Promove a educação virada para a cultura local.
D. Desvaloriza o respeito pela diferença.
Explicação: O texto associa diversidade cultural à convivência harmoniosa, à inclusão e à justiça social. Esses elementos são essenciais para a cidadania global. Assim, promover tolerância e compreensão entre os povos é o principal contributo apontado pelo texto.
A. Aumentamos a nossa cultura.
B. Valorizamos o outro.
C. Aceitamos e conhecemos mais a cultura do outro. ✅
D. Conhecemos melhor o outro.
Explicação: “Expandir horizontes” significa ampliar conhecimentos, visões e compreensões sobre realidades diferentes. No contexto do texto, refere-se especificamente à aceitação e compreensão de outras culturas. A alternativa C traduz correctamente esse sentido.
A. Um enunciado expositivo.
B. Um exemplo.
C. Um enunciado explicativo. ✅
D. Um enunciado baliza.
Explicação: A frase explica o que se entende por diversidade cultural, detalhando o seu significado. Não apresenta exemplos nem delimita um tema, mas esclarece um conceito. Logo, trata-se de um enunciado explicativo.
A. Enunciado expositivo.
B. Enunciado baliza. ✅
C. Enunciado explicativo.
D. Nenhuma das opções é correcta.
Explicação: A expressão “Num primeiro momento” organiza o discurso, indicando sequência e orientação do texto. Esse tipo de expressão serve para guiar o leitor na progressão das ideias. Por isso, classifica-se como enunciado baliza.
A. Um enunciado baliza.
B. Um enunciado explicativo. ✅
C. Um exemplo.
D. Um enunciado expositivo.
Explicação: A frase detalha e explica os elementos que compõem o conceito de diversidade cultural. Não enumera exemplos isolados, mas esclarece o alcance do conceito. Assim, enquadra-se como um enunciado explicativo.
A. Pronominalização.
B. Adjectivação.
C. Nominalização. ✅
D. Nenhuma das opções dadas é correcta.
Explicação: As expressões “expansão” e “diversidade” resultam de processos de nominalização, transformando verbos e adjectivos em substantivos. Esse recurso é comum em textos expositivos e académicos. Portanto, a alternativa correcta é a C.
A. Narrativo.
B. Expositivo-explicativo. ✅
C. Descritivo.
D. Expositivo-argumentativo.
Explicação: O texto apresenta conceitos, define ideias e explica fenómenos relacionados com a diversidade cultural. Não narra acontecimentos nem descreve cenários, mas esclarece informações e desenvolve explicações. Por isso, enquadra-se no tipo expositivo-explicativo.
A. Anunciar a tese.
B. Confirmar a tese.
C. Explicar a tese.
D. Justificar a tese. ✅
Explicação: A frase apresenta razões que sustentam a ideia central defendida no texto. Ao explicar por que a diversidade cultural contribui para a cidadania global, o autor está a justificar a tese, e não apenas a anunciá-la ou explicá-la de forma neutra.
A. Presente do conjuntivo, pois traduz probabilidades acerca da diversidade cultural.
B. Presente do indicativo com valor atemporal, porque transmite conhecimentos científicos sobre a diversidade cultural.
C. Presente do indicativo, uma vez que traduz factos sobre a diversidade cultural e suas implicações. ✅
D. Pretérito perfeito do indicativo, porque narra factos passados sobre diversidade cultural.
Explicação: O texto apresenta factos, conceitos e afirmações gerais sobre a diversidade cultural. Esses conteúdos são expressos maioritariamente no presente do indicativo, tempo verbal usado para enunciar verdades gerais e informações actuais. Assim, a alternativa C é a mais adequada.
A. O mesmo radical. ✅
B. Radicais diferentes.
C. O mesmo tema.
D. Temas diferentes.
Explicação: Os verbos vivemos, convivemos e sobrevivemos partilham o mesmo radical viv-. Apesar de possuírem prefixos diferentes, a base lexical do verbo é a mesma. Por isso, diz-se que apresentam o mesmo radical.
A. São conjunção integrante.
B. Um pronome pessoal.
C. Um pronome relativo. ✅
D. Uma preposição.
Explicação: A palavra “que” retoma o antecedente conceito e introduz uma oração subordinada adjectiva. Essa função caracteriza o pronome relativo, pois ele substitui o termo anterior e estabelece relação entre as orações.
A. Adjectivo e adjectivo.
B. Substantivo e advérbio.
C. Substantivo comum abstracto e substantivo comum concreto.
D. Substantivo comum abstracto e adjectivo. ✅
Explicação: Diversidade é um substantivo comum abstracto, pois designa uma ideia. Cultural é um adjectivo, pois caracteriza o substantivo diversidade. Logo, a alternativa D é a correcta.
A. Atributo.
B. Nome predicativo do sujeito. ✅
C. Complemento directo.
D. Complemento circunstancial de lugar.
Explicação: A expressão “um ser inferior” atribui uma característica ao sujeito o outro. Assim, exerce a função de nome predicativo do sujeito, pois completa o sentido do verbo de ligação ser.
A. Derivada por parassíntese e composta por justaposição.
B. Derivada por prefixação e composta por justaposição.
C. Derivada por sufixação e composta por justaposição. ✅
D. Nenhuma das propostas se aplica.
Explicação: Amonteado (amontoado) resulta de derivação por sufixação, enquanto dia-a-dia é uma palavra composta por justaposição, pois mantém a forma original dos elementos. Assim, a alternativa correcta é a C.
A. Sócio + lógica + mente, isto é, prefixo + radical + sufixo.
B. Sociológico + mente, isto é, radical + sufixo. ✅
C. Sócio + logicamente, isto é, radical + sufixo.
D. Sócio + logicamente, isto é, radical + sufixo.
Explicação: Sociologicamente deriva do adjectivo sociológico acrescido do sufixo -mente, que forma advérbios de modo. Portanto, a estrutura correcta é radical + sufixo, conforme a alternativa B.
A. Substantivo comum abstracto.
B. Substantivo próprio.
C. Adjectivo.
D. Advérbio de modo. ✅
Explicação: A terminação -mente indica que a palavra expressa a maneira como algo ocorre. Assim, sociologicamente é classificada como advérbio de modo, pois modifica o sentido do verbo.
A. Conjunção subordinativa consecutiva.
B. Conjunção subordinativa integrante.
C. Conjunção subordinativa causal.
D. Pronome relativo. ✅
Explicação: A palavra “que” retoma o termo expansão e introduz uma oração subordinada adjectiva. Essa função caracteriza-a como pronome relativo, e não como conjunção.
A. Uma expressão determinativa.
B. Uma expressão de realce.
C. Uma expressão circunstancial. ✅
D. Pronome indefinido.
Explicação: A expressão “daquilo que é estranho” indica circunstância relacionada ao motivo do receio. Não funciona como determinante nem pronome, mas como expressão circunstancial, esclarecendo o contexto da acção.
A. Pronome demonstrativo com função de partícula de reforço.
B. Advérbio com sentido de “até”. ✅
C. Substantivo com significado de “coisa alguma”.
D. Nenhuma das opções é correcta.
Explicação: Na frase, mesmo tem o sentido de “até”, reforçando a ideia apresentada. Assim, exerce função de advérbio, intensificando o argumento do texto.
A. Subordinante e subordinada temporal. ✅
B. Principal e subordinada relativa.
C. Subordinada integrante e subordinada temporal.
D. Subordinada relativa e subordinante.
Explicação: A oração “quando analisamos religiões, costumes e tradições” indica tempo e depende da oração principal. Assim, temos uma oração subordinante (principal) e uma oração subordinada adverbial temporal, conforme a alternativa A.
A. Predicado
B. Nome predicativo do sujeito
C. Sujeito ✅
D. Complemento directo
Explicação: A expressão “Ter receio daquilo que é estranho” funciona como o termo sobre o qual se faz a afirmação na frase. É essa expressão que “é uma reacção natural do ser humano”. Assim, desempenha a função de sujeito, ainda que seja um sujeito oracional (oração substantiva).
A. Advérbio, advérbio e advérbio ✅
B. Advérbio, advérbio e conjunção subordinativa
C. Conjunção adversativa, advérbio e conjunção subordinativa
D. Advérbio, conjunção e advérbio
Explicação: A expressão “mais do que” funciona como locução adverbial de intensidade, “muitas vezes” é uma locução adverbial de tempo/frequência, e “pode” não entra na classificação pedida. Assim, as palavras sublinhadas desempenham função adverbial, justificando a alternativa A.
A. Tipo declarativo e formas negativa, activa e afirmativa
B. Tipo declarativo e formas afirmativa, activa e neutra ✅
C. Tipo declarativo e formas negativa, activa e neutra
D. Tipo exclamativo e formas negativa, passiva e enfática
Explicação: A frase apresenta uma afirmação simples, sem negação, exclamação ou interrogação. Está na voz activa, é afirmativa e não contém marcas de ênfase. Por isso, classifica-se como frase declarativa, afirmativa, activa e neutra.
A. Complemento circunstancial de modo
B. Complemento directo
C. Sujeito ✅
D. Nome predicativo do sujeito
Explicação: A expressão “a valorização e preservação da diversidade cultural” é o elemento sobre o qual se faz a afirmação “é fundamental”. Logo, trata-se do sujeito da frase, ainda que seja um sujeito composto por dois núcleos (valorização e preservação).
A. Luís António Kossa
B. Acides Bernardo Cossa ✅
C. Bernardo Luís Cossa
D. Francisco Elias Cossa
Explicação: Ungulani Ba Ka Khosa é o pseudónimo literário de Acides Bernardo Cossa. Este dado é recorrente nos conteúdos de literatura moçambicana e frequentemente cobrado em exames de admissão, justificando a alternativa B.
A. Orgia dos Loucos ✅
B. Ualalapi
C. Memórias Silenciadas
D. Gungunhana
Explicação: O conto “A solidão do senhor Matias” integra a obra Orgia dos Loucos, uma das mais conhecidas de Ungulani Ba Ka Khosa. As restantes opções correspondem a outras obras do autor, mas não incluem este conto.
A. 1987 em 11 contos
B. 1990 em 19 contos
C. 1990 em 12 contos ✅
D. 2009 em 7 contos
Explicação: A obra Orgia dos Loucos foi publicada em 1990 e é composta por 12 contos. Este dado bibliográfico é clássico nos exames de literatura moçambicana e confirma a alternativa C.
A. No reino dos abutres
B. Os sobreviventes da noite
C. Choro
D. O fio das missangas ✅
Explicação: O fio das missangas é uma obra de Mia Couto, e não de Ungulani Ba Ka Khosa. As restantes opções pertencem efectivamente à produção literária de Ungulani, tornando a alternativa D a correcta.
A. O espírito de resistência
B. A fragilidade e desorientação ✅
C. A liberdade interrompida
D. A dor do tempo
Explicação: A expressão “pássaro ferido” sugere vulnerabilidade, fraqueza e desorientação do personagem. No contexto do texto, transmite sofrimento psicológico e perda de rumo, e não liberdade ou resistência, o que confirma a alternativa B.
A. Metáfora
B. Comparação ✅
C. Personificação
D. Aliteração
Explicação: A presença do termo “como” estabelece uma comparação explícita entre o tempo e um pássaro ferido. Esse marcador linguístico caracteriza claramente a comparação, e não metáfora ou personificação.
A. Hipérbole ✅
B. Ironia
C. Alusão
D. Metonímia
Explicação: A expressão exagera intencionalmente a ideia de destruição do tempo e da luz, transformando “séculos e séculos” em “pó e cinza”. Esse exagero serve para intensificar o impacto emocional da imagem literária. Tal amplificação expressiva caracteriza claramente o recurso estilístico da hipérbole.
A. Paradoxo
B. Metáfora
C. Antítese ✅
D. Comparação
Explicação: A oposição entre luz e sombra representa ideias contrárias, como esperança e sofrimento, vida e decadência. O uso de termos semanticamente opostos para reforçar um contraste é próprio da antítese. Assim, o autor utiliza esse recurso para simbolizar a dualidade presente na narrativa.
A. Evoca uma sensação de nostalgia.
B. Reflecte um ambiente de desordem e abandono. ✅
C. Sugere uma crítica à modernidade.
D. Representa a pureza da natureza.
Explicação: A imagem das teias de aranha ligadas entre si e associadas a “nuvens poluídas” constrói uma cena de degradação e descuido. O autor usa a descrição visual para transmitir abandono e desorganização do espaço. Não há nostalgia nem exaltação da natureza, mas sim uma atmosfera negativa.
A. Uma casa no meio de uma floresta simbólica.
B. Uma casa em ruínas, deteriorada pelo tempo. ✅
C. Uma casa de uma aldeia africana, em processo de pacificação.
D. Uma casa de uma cidade em desenvolvimento.
Explicação: O texto descreve um espaço marcado por sinais de abandono, decadência e passagem do tempo. As imagens de ruína, poeira, sombra e teias de aranha reforçam essa caracterização. Assim, o espaço principal é claramente uma casa em ruínas, deteriorada pelo tempo.
A. Criticar a desordem no ambiente.
B. Mostrar ausência de progresso.
C. Destacar o contraste entre o passado e o presente. ✅
D. Representar a continuidade histórica.
Explicação: A enumeração de objectos ligados a um tempo passado cria um contraste com o presente de abandono e decadência. Esses elementos funcionam como vestígios de um outro momento histórico. Assim, o autor evidencia a distância entre o passado e o presente vivido no espaço descrito.
A. As baratas e os ratos.
B. Os detritos africanos, simbolizando o caos.
C. O tempo, representando a resistência cultural. ✅
D. Os brancos da desordem, que reflectem o colonialismo.
Explicação: O texto atribui ao tempo um papel activo e simbólico, apresentando-o quase como uma entidade que invade, transforma e marca o espaço. Mais do que personagens humanos, é o tempo que conduz a narrativa. Por isso, ele pode ser entendido como o personagem central.
A. Narrador heterodiegético. ✅
B. Narrador omnisciente.
C. Narrador homodiegético.
D. Narrador autodiegético.
Explicação: O narrador não participa da acção como personagem e limita-se a descrever os acontecimentos e o espaço. Não há uso da primeira pessoa nem envolvimento directo na história. Portanto, trata-se de um narrador heterodiegético.
A. Linear e progressivo, mostra uma evolução histórica.
B. Cíclico, traz uma repetição de eventos.
C. Fragmentado e destrutivo, acentua o espaço ao abandono e à decadência. ✅
D. Estático, mantém o espaço inalterado ao longo da narrativa.
Explicação: O tempo é apresentado como um agente de desgaste, fragmentação e destruição do espaço. Em vez de progresso, há decadência e ruína. Assim, o tempo fragmentado contribui directamente para o abandono e a degradação do ambiente narrado.
A. 5,4,2,1,3,6
B. 2,1,3,4,6,5
C. 5,2,3,1,6,4
D. 1,3,6,2,4,5 ✅
Explicação: A sequência inicia com a apresentação geral da relação entre língua e sociedade, desenvolve os fundamentos teóricos, aprofunda a discussão e conclui com uma síntese reflexiva. A ordem 1,3,6,2,4,5 garante progressão lógica e coerência temática ao texto.
A. Separar orações integrantes e relativas.
B. Separar orações integrantes e relativas.
C. Dar uma explicação adicional introduzida pela oração subordinada.
D. Esclarecer que a oração subordinada oferece uma informação suplementar. ✅
Explicação: A oração iniciada por “que afirma que…” acrescenta uma informação explicativa sobre a teoria mencionada. A vírgula indica que se trata de uma explicação suplementar, não essencial à identificação do termo anterior. Logo, a função é esclarecer uma informação adicional.
A. As Ciências da Língua no mundo.
B. A Diversidade linguística e a humanidade.
C. Língua e identidade. ✅
D. Línguas da humanidade.
Explicação: O texto centra-se na relação entre língua, sociedade e construção da identidade individual e colectiva. Embora trate de diversidade linguística, o foco principal é a identidade humana. Assim, “Língua e identidade” é o título que melhor sintetiza o conteúdo.
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